terça-feira, 8 de maio de 2012
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Como criar um relatório
É um documento descritivo mas, ao contrário da acta, contém uma apresentação pessoal do redactor, ou seja, na conclusão .
O relatório é um documento da mais alta importância numa organização, pois, com base nos seus pareceres, podem ser tomadas decisões.
Sendo um documento importante, é natural que a sua elaboração siga um percurso bem definido.
Etapas que a elaboração de um relatório deve seguir:
O relatório é um documento da mais alta importância numa organização, pois, com base nos seus pareceres, podem ser tomadas decisões.
Sendo um documento importante, é natural que a sua elaboração siga um percurso bem definido.
Etapas que a elaboração de um relatório deve seguir:
- Compilação de toda a informação disponível sobre o assunto que o relatório ira versar. Nos casos mais complexos, sugere-se a organização de um dossier com toda a documentação possível.
- Nesta fase, o redactor terá de ter tomado conhecimento sobre o tema:
A leitura e análise dos documentos, procurando anotar as principais ideias e procurar um elemento de ligação entre as ideias dos documentos coligidos;
A identificação do elemento de ligação;
A reflexão crítica sobre o tema;
A tomada de posição sobre o tema.
Uma vez completado o percurso acima descrito, deveremos ter os elementos necessários para redigir o relatório.
Estrutura que um relatório deve seguir: - Introdução
É a apresentação do tema ou problema sobre o qual vai ser elaborado o relatório. - Desenvolvimento
É a exposição dos argumentos utilizados que permitem fazer síntese e elaborar a conclusão.
- As ideias contidas nos diferentes parágrafos deverão estar bem articuladas entre si, tornando quase óbvia a conclusão a tirar adiante.
- Assim, as diferentes partes que antecedem a conclusão deverão conter os elementos suficientes que permitem ao destinatário entender a lógica da conclusão a tirar. - Conclusão
É a apresentação de uma ideia que não é só um resumo, mas que envolve um trabalho de apreciação/avaliação/crítica/construção(tese) por parte do redactor.
Etapas e preceitos para a elaboração de um relatório - Recolha de informação;
- Organização das informações;
- Análise das informações com resumo dos elementos recolhidos;
- Síntese (ideia-chave contida nos documentos analisados);
- Conclusão(ideia-chave recriada pelo autor do relatório=Tese);
Apresentação
A apresentação do relatório é muito importante, pois o seu aspecto poderá motivar mais o destinatário e facilitar-lhe a tarefa de análise.
Esta obedece, portanto, a determinados preceitos convencionados.
Atentemos nalguns deles: - Os relatórios têm dimensões variáveis, podendo ter apenas uma página ou serem mais extensos.
Neste ultimo caso, o relatório deverá ter uma "página de rosto"(que em linguagem corrente se designa por "capa" do relatório). Na página de rosto deverá constar a organização que "encomenda" o relatório, o seu autor e o seu destinatário. Normalmente, também se deverá incluir o tema do relatório e a data da sua elaboração.
Convém referir que, embora estes elementos sejam os que, em regra, se exigem, eles não dispensam que no final do mesmo; - Os relatórios extensos deverão ter um entrelinhamento de 1,5 espaços sob pena de se tornarem demasiado compactos e difíceis de ler;
- Os relatórios pequenos podem ser processados com 2 espaços de entrelinhamento;
- Os relatórios devem ser feitos em papel de uma certa consistência, de modo a evidenciar a importância do seu conteúdo. Para tal, não deve ser utilizado papel de gramagem inferior a 80 mg;
- Procure tornar o texto atractivo usando corpos de letra diferentes para os títulos e subtítulos, respeitando, naturalmente, a sua hierarquia;
- Use negros para evidenciar aspectos relevantes no relatório;
- Respeite os preceitos quanto a margens e outros procedimentos normalizados.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Enderençamento IP
Cada dispositivo conectado a uma rede TCP/IP é identificado por um único endereço IP. Se um computador tiver múltiplos adaptadores de rede, cada um terá o seu próprio endereço IP. Este endereço, é representado em notação decimal pontilhada, isto é, como o valor decimal de cada octeto (oito bits ou um byte) do endereço separado por um ponto.Exemplo de endereço IP: 192.168.1.100
Como os endereço IP identificam dispositivos numa rede, deve ser atribuído um endereço IP exclusivo a cada dispositivo na rede.
Embora um endereço IP tenha um único valor, ele contem dois tipos de informação identificador de rede e identificador de host do seu computador.
Identificador de rede - dentifica os sistemas que estão localizados na mesma rede física. Todos os sistemas na mesma rede física devem ter o mesmo identificador de rede, que deve ser exclusivo na interligação de redes.
Identificador de host - identifica uma estação de trabalho, um servidor, um router ou outro TCP/IP numa rede. O endereço de cada dispositivo deve ser exclusivo para aquele identificado na rede.
Um computador conectado a uma rede TCP/IP utiliza o identificador de rede e de host para determinar que pacotes devem receber ou ignorar, bem como determinar o escopo (alvo/objectivo) das suas transmissões (apenas comutadores com o mesmo identificador de rede aceitam mensagens de difusão ao nível IP entre si).
As redes que se conectam à internet publica devem obter um identificador de rede oficial do centro de informações de rede Internet (inter NIC, internet, Network information Center) para garantir a exclusividade do identificador da rede IP.
Após receber um identificador de rede, o administrador da rede local deve atribuir identificadores de host exclusivos para os computadores da rede local. Embora as redes privadas que não estejam conectadas à Internet possam utilizar o seu próprio identificador de rede, obter um identificador de rede válido no inter NIC permitirá que uma rede privada seja conectada à Internet no futuro, sem atribuir um endereço novamente.
A comunidade Internet definiu classes endereço para acomodar redes de tamanhos diversos. A classe de endereço pode ser reconhecida no primeiro octeto de um endereço IP.
A tabela abaixo resume a relação entre o primeiro octeto de um determinado endereço, e os seus campos de identificação de rede e de host.
Identifica também o número total de identificadores de rede e de host para cada classe de endereço que faz parte do esquema de endereçamento da Internet. Este exemplo utiliza w.x.y.z para designar os bytes do endereço IP.
Os endereços de classe A tem o bit de mais alta ordem sempre 0
Os endereços de classe B tem os dois bits de mais alta ordem 10
Os endereços de classe C tem os três bits de mais alta ordem 110
Classe A: O primeiro número identifica a rede, os demais três números indicam a máquina. Cada endereço classe A consegue endereçar até 16.777.214 máquinas.
P.Ex: 124.95.44.10
124.96.40.23
124.99.33.15
• Classe B: Os dois primeiros números identificam a rede, os dois demais identificam a máquina. Esse tipo de endereço consegue endereçar até 65.534 maquinas em uma rede.
P.Ex: 151.10.13.28
151.10.40.11
151.10.44.15
• Classe C: Os três primeiros números identificam a rede, o último indica a máquina. Com isso consegue-se endereçar até 254 máquinas.
P.Ex: 201.110.213.28
201.110.213.29 201.110.213.30
Máscaras de Sub-Rede
As máscaras de sub-rede são valores de 32 bits que permitem que os destinatários de pacotes IP distingam o número do identificador de rede do endereço IP do host.
Por exemplo, quando o endereço IP é 194.157.57.27 e o host e a máscara de sub-rede é 255.255.255.0, o identificador de rede é 194.157.57 e o de host é 27.Como a classe de um host é facilmente determinada, configurar um host com uma máscara de sub-rede pode parecer redundante. Mas as máscaras de sub-rede são utilizadas também para maior segmentação de um identificador de rede atribuído, entre diversas redes locais. Às vezes, apenas parte de um octeto precisa ser segmentada, utilizando-se apenas alguns bits para especificar identificadores de sub-rede e o mesmo identificador de rede.
As máscaras de rede padrão são:
• Classe A: 255.0.0.0
• Classe B: 255.255.0.0
• Classe C: 255.255.255.0
Regras básicas para endereçamento IP
Existem algumas regras gerais que devem ser seguidas quando se aplica endereços a host ou redes, principalmente se este host ou essa rede se encontram ligadas à Internet.
- Endereço 127 é reservado para teste (look-back) e comunicação interprocessos no computador local; não é um endereço de rede válido.
- Os endereços 224 e superiores são reservados para protocolos especiais (IGMP – difusão limitada de Protocolo de gestão de grupos Internet e outros), e não podem ser utilizados como endereço de host.
- O endereço 255 (todos os bits on) não deve ser usado nem para host nem para rede, pois ele é interpretado como broadcast (é um endereço IP que permite que a informação seja enviada para todas as maquinas de uma LAN, MAN, WAN e TANS, redes de computadores e sub-redes).
- O endereço 0 (todos os bits off) também não deve ser usado, ele é interpretado como endereço de rede somente.
- O endereço de um host deve ser único para uma rede.
Criar uma rede local com um cabo cruzado
Este método permite apenas criar uma rede com 2 computadores
1- Temos que ter 2 computadores, com uma placa de rede instalada em cada um, ter instalado o Sistema Operativo (Neste exemplo WIN XP) e um cabo cruzado.
2- Ligamos as duas placas de rede dos computadores através do cabo cruzado.
3- Vamos ao ícone Os meus locais na rede e escolhemos a opção Configurar uma rede de pequeno escritório ou doméstica.
Seguinte e novamente Seguinte
5- Caso o seu assistente tenha localizado hardware desligado terá que seleccionar a caixa que diz “Ignorar hardware de rede desligado” e depois clique em Seguinte.
6- No método de ligação terá que seleccionar o tipo de rede que pretende implementar

Se pretender partilhar o acesso à Internet nesta rede terá que seleccionar no computador que está ligado ao modem a 1ª opção (Este computador liga directamente à Internet…) e no outro computador a 2ª opção.
Caso não pretenda partilhar a Internet então deverá escolher a 3ª opção.
7- Se optar pela partilha de Internet então no computador que liga à Internet terá que escolher a ligação já existente que utiliza para se ligar à Internet, p.ex: Alcatel Speedtouch Conection (exemplo de uma ligação de um modem Adsl).
8- Escolha uma descrição do computador (nome pelo qual será reconhecido na rede).
9- Determine o grupo de trabalho (workgroup), terá que ser igual nos 2 computadores, para estes ficarem na mesma rede.
10- Escolha a opção de partilha de ficheiros e impressora.
11- Caso as opções estejam todas correctas clique em Seguinte.
12- Escolha apenas para concluir a assistente e não é necessário criar disco, etc.
No Computador Servidor de Internet teremos ainda que activar a opção Partilha de ligação à Internet e assinalar a opção Permitir a outros utilizadores da rede ligar através da ligação à Internet deste computador.
Se a ligação em rede estiver limitada ou inexistente (Sinal de perigo – triangulo com um ponto de exclamação):
1- Ligações de Rede
2- Ligação da área local ou da ligação ao modem ADSL e clique com o botão direito do rato e escolhemos Propriedades.
3- Seleccione TCP/IP e depois Propriedades.
4- Definir IPs compatíveis, p.ex:
No computador 1 – as definições que estão na figura.
No computafor 2 – IP- 100.100.100.2
Mascara – 255.255.255.0
Protocolo de
comunicação de dados.
Podemos definir um protocolo de comunicação de
dados como um conjunto de regras que controla a comunicação para que ela seja
eficiente e sem erros.
Um dos objectivos principais do protocolo é detectar e evitar a perda de dados ao longo da transmissão deles, caso isso ocorra.
O protocolo nada mais é que um software ou programa de computador, que recebe ou envia os dados a serem transmitidos, gerando, no inicio e no fim das mensagens transmitidas, os caracteres de controle, confirmação de recebimento, controle de sequência das mensagens ou blocos de dados transmitidos, cálculo e verificação do algoritmo de detecção de erros e outros controles necessários para uma boa transmissão.
PROTOCOLOS TCP/IP (Transmission Control Protocol /Internet Protocol)
O protocolo TCP/IP foi criado visando atender a necessidade de endereçamento e de interconexão de redes. Podemos considerar o TCP/IP como arquitectura formada por um conjunto de protocolos de comunicação utilizados em redes locais (LAN “s) ou em redes externas às empresas (WAN’s)”.
IP
IP é o protocolo não orientado á conexão responsável pelo o encaminhamento dos dados pela rede, ou seja, não verifica se os dados chegaram ou não ao destino. Isto é feito por meio de endereços. Tais endereços são chamados IP.
ENDEREÇO IP
ENDEREÇO IP: Cada host, ou seja, cada computador ou equipamento que faz parte de uma rede, deve ter um endereço pelo qual é identificado na rede. Numa rede TCP/IP, todos os hosts têm um endereço IP. O endereço IP poderá ser fixo ou dinâmico.
IP FIXO
IP FIXO: é quando o administrador da rede atribui um número ao equipamento e este número permanecerá registado no equipamento mesmo quando ele estiver desligado.
IP DINÂMICO
IP DINÂMICO: este não será atribuído pelo administrador da rede e sim através de um software chamado DHCP (“Dinâmic Host Configuration Protocol”), que tem como função a atribuição de IP a cada equipamento que se conectar á rede. Neste tipo de IP, quando o equipamento for desconectado da rede, perderá o seu número e só obterá um novo ou o mesmo número quando se conectar novamente. É o tipo de IP utilizado pelos provedores quando um utilizador se conecta á Internet.
Obs.: o endereço IP de cada host na mesma rede deverá ser exclusivo, pois caso contrário, ocorre um conflito de rede.
TCP
TCP - Transmission Control Protocol: responsável pela transferência dos dados propriamente ditos. É um protocolo orientado á conexão, ou seja, efectua a transferência dos dados e verifica a integridade dos mesmos até ao destino. Caso ocorra alguma perda durante o percurso eles serão retransmitidos.
UDP
UDP – User Datagram Protocol: responsável pela transferência dos dados, porém não orientado á conexão, ou seja, não verifica se os dados chegaram ou não ao destino.
ICMP
ICMP – Internet Control Message Protocol: protocolo integrante do protocolo IP, usado pelos roteadores para informar a máquina transmissora a ocorrência de um erro com o datagrama enviado. Ele não se preocupa em corrigir o erro nem tão pouco em verificar a integridade dos datagramas que circulam pela rede.
GATEWAY
Podemos entender o gateway como um conversor de protocolo, um sistema composto de hardware e software que conecta arquitecturas diferentes (Netware, SNA, Unix e outras), fazendo, por exemplo, com que o computador de uma rede local com sistema Netware e protocolo IPX fale com um computador do outro lado que opera o sistema SNA e protocolo HDLC.
É basicamente utilizado quando precisamos conectar aplicações que ficam em computadores e sistema de fabricantes diferentes com protocolos diferentes.
DNS – Domain Name Sistem
Todas as máquinas numa rede TCP/IP possuem um endereço IP. Acontece que os endereços IP não são tão fáceis de serem recordados quanto nomes. Por isso, foi criado o sistema DNS, que permite dar nome a endereços IP, facilitando a localização de máquinas por nós, humanos.
Endereços como www.idc.org.br na verdade são uma conversão para a forma nominal de um endereço IP (é muito mais fácil guardar o endereço nominal www.idc.org.br do que o endereço IP 200.125.125.8, por exemplo). Quando se entra com esse endereço nominal num browser da Internet, o browser vai comunicar com um servidor DNS, que é o responsável por descobrir o endereço IP do nome dado na entrada, permitindo que a conexão seja efectuada.
Dessa forma, os servidores DNS possuem duas funções: converter endereços nominais em endereços IP e vice-versa.
Um dos objectivos principais do protocolo é detectar e evitar a perda de dados ao longo da transmissão deles, caso isso ocorra.
O protocolo nada mais é que um software ou programa de computador, que recebe ou envia os dados a serem transmitidos, gerando, no inicio e no fim das mensagens transmitidas, os caracteres de controle, confirmação de recebimento, controle de sequência das mensagens ou blocos de dados transmitidos, cálculo e verificação do algoritmo de detecção de erros e outros controles necessários para uma boa transmissão.
PROTOCOLOS TCP/IP (Transmission Control Protocol /Internet Protocol)
O protocolo TCP/IP foi criado visando atender a necessidade de endereçamento e de interconexão de redes. Podemos considerar o TCP/IP como arquitectura formada por um conjunto de protocolos de comunicação utilizados em redes locais (LAN “s) ou em redes externas às empresas (WAN’s)”.
IP
IP é o protocolo não orientado á conexão responsável pelo o encaminhamento dos dados pela rede, ou seja, não verifica se os dados chegaram ou não ao destino. Isto é feito por meio de endereços. Tais endereços são chamados IP.
ENDEREÇO IP
ENDEREÇO IP: Cada host, ou seja, cada computador ou equipamento que faz parte de uma rede, deve ter um endereço pelo qual é identificado na rede. Numa rede TCP/IP, todos os hosts têm um endereço IP. O endereço IP poderá ser fixo ou dinâmico.
IP FIXO
IP FIXO: é quando o administrador da rede atribui um número ao equipamento e este número permanecerá registado no equipamento mesmo quando ele estiver desligado.
IP DINÂMICO
IP DINÂMICO: este não será atribuído pelo administrador da rede e sim através de um software chamado DHCP (“Dinâmic Host Configuration Protocol”), que tem como função a atribuição de IP a cada equipamento que se conectar á rede. Neste tipo de IP, quando o equipamento for desconectado da rede, perderá o seu número e só obterá um novo ou o mesmo número quando se conectar novamente. É o tipo de IP utilizado pelos provedores quando um utilizador se conecta á Internet.
Obs.: o endereço IP de cada host na mesma rede deverá ser exclusivo, pois caso contrário, ocorre um conflito de rede.
TCP
TCP - Transmission Control Protocol: responsável pela transferência dos dados propriamente ditos. É um protocolo orientado á conexão, ou seja, efectua a transferência dos dados e verifica a integridade dos mesmos até ao destino. Caso ocorra alguma perda durante o percurso eles serão retransmitidos.
UDP
UDP – User Datagram Protocol: responsável pela transferência dos dados, porém não orientado á conexão, ou seja, não verifica se os dados chegaram ou não ao destino.
ICMP
ICMP – Internet Control Message Protocol: protocolo integrante do protocolo IP, usado pelos roteadores para informar a máquina transmissora a ocorrência de um erro com o datagrama enviado. Ele não se preocupa em corrigir o erro nem tão pouco em verificar a integridade dos datagramas que circulam pela rede.
GATEWAY
Podemos entender o gateway como um conversor de protocolo, um sistema composto de hardware e software que conecta arquitecturas diferentes (Netware, SNA, Unix e outras), fazendo, por exemplo, com que o computador de uma rede local com sistema Netware e protocolo IPX fale com um computador do outro lado que opera o sistema SNA e protocolo HDLC.
É basicamente utilizado quando precisamos conectar aplicações que ficam em computadores e sistema de fabricantes diferentes com protocolos diferentes.
DNS – Domain Name Sistem
Todas as máquinas numa rede TCP/IP possuem um endereço IP. Acontece que os endereços IP não são tão fáceis de serem recordados quanto nomes. Por isso, foi criado o sistema DNS, que permite dar nome a endereços IP, facilitando a localização de máquinas por nós, humanos.
Endereços como www.idc.org.br na verdade são uma conversão para a forma nominal de um endereço IP (é muito mais fácil guardar o endereço nominal www.idc.org.br do que o endereço IP 200.125.125.8, por exemplo). Quando se entra com esse endereço nominal num browser da Internet, o browser vai comunicar com um servidor DNS, que é o responsável por descobrir o endereço IP do nome dado na entrada, permitindo que a conexão seja efectuada.
Dessa forma, os servidores DNS possuem duas funções: converter endereços nominais em endereços IP e vice-versa.
terça-feira, 17 de abril de 2012
Comandos DOS
cd..- volta uma casa atras
cd professor ou outro- entrar numa pasta
cd\- voltar a raiz
d: muda de boot
dir – visualizar tudo o conteúdo do directório
del - apagar ficheiro
md – criar um directório
rd- eleminar uma pasta
help- listagem de todos os comandos
cd users/professor
cd professor ou outro- entrar numa pasta
cd\- voltar a raiz
d: muda de boot
dir – visualizar tudo o conteúdo do directório
del - apagar ficheiro
md – criar um directório
rd- eleminar uma pasta
help- listagem de todos os comandos
cd users/professor
Para saber o IP(numero) de um site
Para saber o IP(numero) de um site faça o seguinte:
Vá no prompt do DOS(iniciar->executar->digite CMD e dê Enter
No prompt digite NSLOOLKUP
em seguida digite o site que quer por exemplo:
www.google.com
vai apareçer os IP´s(mais de um) que atendem a esse endereço.
Para sair do nslookup é so digitar EXIT ou fechar a janela
Vá no prompt do DOS(iniciar->executar->digite CMD e dê Enter
No prompt digite NSLOOLKUP
em seguida digite o site que quer por exemplo:
www.google.com
vai apareçer os IP´s(mais de um) que atendem a esse endereço.
Para sair do nslookup é so digitar EXIT ou fechar a janela
Comando Taskkil
1. Iniciar>Executar>cmd>ok
2. Primeiramente pegue o nome do processo ou o PID, para obter essas informaçoes execute os procedimentos do tasklist.
3. No meu caso eu quero fechar o notepad local, execute a sintaxe abaixo:
Taskkill/IM notepad.exe
4. Para fechar um processo de uma maquina remota faça da seguinte forma;
5. Taskkill/IM /S IP ou Hostname
Notem que abaixo aparece a mensagem que o processo foi encerrado com sucesso.
C:\taskkill /IM nnotepad.exe /S 192.168.20.16.
2. Primeiramente pegue o nome do processo ou o PID, para obter essas informaçoes execute os procedimentos do tasklist.
3. No meu caso eu quero fechar o notepad local, execute a sintaxe abaixo:
Taskkill/IM notepad.exe
4. Para fechar um processo de uma maquina remota faça da seguinte forma;
5. Taskkill/IM /S IP ou Hostname
Notem que abaixo aparece a mensagem que o processo foi encerrado com sucesso.
C:\taskkill /IM nnotepad.exe /S 192.168.20.16.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Par trançado com Blindagem (STP)
- Maior protecção contra interferência electromagnética
- A blindagem, ao contrário do que ocorre no cabo coaxial, não tem qualquer relação com o sinal sedo transmitido e deve ser aterrada
- O cabo mais simples (blindagem simples) é de 100 Ω e é substituído direito do UTP
- O cabo com blindagem individual é de 150 Ω, não funciona em Ethernet e +e usado em redes Token Ring.
Par trançado Sem blindagem (UTP)
- São padronizados em várias categorias pela EIA/TIA (Electronic Industries Alliance / Telecomunications Industry Association), orgão americano responsavel pela padronização de sistemas de telecomunicação
- Categorias 1 e 2 são usados em sistemas de telefonia
- Categoria 3: permite comunicação até 16Mbps, usado nas redes 10BaseT
- Categoria 4: permite comunicação até 20Mbps
- Categoria 5: permite comunicação até 100Mbps. Impedância de 100 Ω. Usado na rede 100BaseT
- Categoria 5e: melhoria da categoria 5, recomendada para a rede 1000BaseT
- Categoria 6: permite comunicação até 250Mbps. Compat´vel com categoria 5/5e. Mais resistente a ruídos e linha cruzada
- Categoria 5: permite comunicação até 100Mbps. Impedância de 100 Ω. Usado na rede 100BaseT
- Categoria 5e: melhoria da categoria 5, recomendada para a rede 1000BaseT
- Categoria 6: permite comunicação até 250Mbps. Compat´vel com categoria 5/5e. Mais resistente a ruídos e linha cruzada
Par trançado Sem blindagem (UTP)
- São padronizados em várias categorias pela EIA/TIA (Electronic Industries Alliance / Telecomunications Industry Association), orgão americano responsavel pela padronização de sistemas de telecomunicação
- Categorias 1 e 2 são usados em sistemas de telefonia
- Categoria 3: permite comunicação até 16Mbps, usado nas redes 10BaseT
- Categoria 4: permite comunicação até 20Mbps
- Categoria 5: permite comunicação até 100Mbps. Impedância de 100 Ω. Usado na rede 100BaseT
- Categoria 5e: melhoria da categoria 5, recomendada para a rede 1000BaseT
- Categoria 6: permite comunicação até 250Mbps. Compat´vel com categoria 5/5e. Mais resistente a ruídos e linha cruzada
- Categoria 5: permite comunicação até 100Mbps. Impedância de 100 Ω. Usado na rede 100BaseT
- Categoria 5e: melhoria da categoria 5, recomendada para a rede 1000BaseT
- Categoria 6: permite comunicação até 250Mbps. Compat´vel com categoria 5/5e. Mais resistente a ruídos e linha cruzada
Par trançado
- É o mais usado actualmente
- Existem dois tipos:
- Sem blindagem (UTP - Unshielded Twisted Pair)
- Com blindagem (STP - Shielded Twisted Pair)
- STP tem uma malha em volta do cabo protegendo-o contra interferências electromagnéticas.
- O mais popular é o par trançado sem blindagem
- Esse tipo de cabo utiliza o conector RJ-45
- Técnica de cancelamento: cada par transmite o mesmo sinal nos dois fios, porém com polaridade invertida.
Vantagens:
- Barato
- Flexivel, passa facilmente em conduites
- Prédios mais modernos já são construidos com instalação desse cabeamento
- Não é necessário parar a rede para inserir uma nova máquina
Desvantagens:
- Limite de 100 metros por trecho
- Baixa imunidade a interferência electromagnética (Cabo sem blindagem)
Cabo coaxial grosso (10Base5)
- Também conhecido como thicknet
- Comprimento máximo de 500 metros por segmento de rede
- Menos flexível, dificulta o seu uso
- Antes da fibra óptica se tornar acessível era usado para formar a espinha dorsal da rede
- Actualmente não é o mais usado
- A ligação de cada micro ao cabo é feita com um conector vampiro que faz dois furos no cabo para estabelecer contacto com o núcleo e a malha
- O conector é ligado a um transceptor que é ligado à placa de rede do micro através de um cabo (até 15 metros) com um conector AUI (Attachament Unit Interface) de 15 pinos

Cabo coaxial fino (10Base2)
- Também conhecido como thinnet e cheapernet
- O usado em Redes Ethernet é o RG-58 e tem impedância de 50 Ω
- Em redes antigas (ARCnet) utilizava-se RG-62 de 93 Ω
- Comprimento máximo de 185 metros por segmento de rede e limite de 30 máquinas por segmento
- Tipicamente utilizado em Ethernet com topologia linear
Cabo coaxial
- Um dos primeiros cabo utilizados em rede
- Possui dois fios, sendo um uma malha que envolve o cabo em toda a sua extensão
- Essa malha funciona como uma blindagem, oferecendo uma excelente protecção contra interferências electromagnéticas
- O cabo coaxial mais utilizado é chamada coaxial fino ou 10Base2 e utiliza em suas extremidades conectores chamados BNC
- O cabo coaxial possui impedância medida em ohms (Ω)
- Redes Ethernet usam cabos de 50 ohms (Ω)

Vantagens:
- Sua blindagem permite que o cabo seja longo
- Permite o uso de redes multicanal (Broadband)
- Mais barato que o par trançado blindado
- Melhor imunidade contra ruídos e contra atenuação do sinal que o par trançado sem blindagem
Desvantagens:
- Por não ser muito flexível quebra-se e tem mau contacto com facilidade
- É difícil passá-lo através de condutes
- Normalmente utilizado em topologia linear, se um cabo falhar, todo o segmento da rede pára
- Mais caro que o par trançado sem blindagem
- Cada tipo de rede requer um cabo com impedância diferente mas, como a maioria é Ethernet isso não chega a ser um inconveniente.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Acess Point
Access Point ou AP ou em Português Ponto de Acesso é um dispositivo em uma rede sem fio que realiza a interconexão entre todos os dispositivos móveis. Em geral se conecta a uma rede cabeada servindo de ponto de acesso para uma outra rede, como por exemplo a Internet. Esta ligado a camada de Enlace.
PC Card wireless
PC Card é um barramento destinado aos computadores portáteis (notebooks e laptops), desenvolvido pela PCMCIA (Personal Computer Memory Card International Association), com um conjunto de mais de 300 fabricantes, onde se estabeleceu os padrões para os cartões adaptadores e de expansão para notebooks e laptops.quarta-feira, 11 de abril de 2012
Router

Em traços gerais um router (ou encaminhador) é um equipamento activo de uma rede de dados quer permite a comunicação entre dispositivos de redes diferentes (e também de redes com diferentes tecnologias) e totalmente autónomas. Os routers funcionam na camada 3 do modelo OSI e têm a capacidade (com base nos protocolos de encaminhamento, rotas estáticas ou por conhecerem as redes directamente ligadas) de fazer chegar os pacotes de dados de uma rede de origem a uma determinada rede de destino.
Switch
Um switch (ou comutador) é um equipamento activo que funciona normalmente na camada 2 do modelo OSI(Data Link) e tem como principal funcionalidade a interligação de equipamentos (estações de trabalho, servidores, etc) de uma rede uma vez que possui várias portas RJ45 (ou ISO 8877) fêmea.
HUB
É um equipamento activo que funciona na camada 1 do modelo OSI (camada física) e tem como principal funcionalidade a interligação entre computadores de uma rede uma vez que possui várias portas RJ45 (ou ISO 8877) fêmea.
Exemplo do funcionamento de um Hub
Vamos então a um pequeno exemplo. Para isso montei um simples cenário com 4 PC’s e um único HUB. Os pc’s têm a seguinte configuração (todos têm a mesma máscara: 255.255.255.0 e não têm configurado qualquer gateway pois estão todos na mesma rede)
- PC A – IP: 192.168.0.1
- PC B – IP: 192.168.0.2
- PC C – IP: 192.168.0.3
- PC D – IP: 192.168.0.4
Para verificar como o HUB se comporta, vamos realizar um ping (recorrer ao protocolo ICMP) entre o PC com o IP: 192.168.0.1 e PC com o IP 192.168.0.2.
O pacote vai partir do PC A (com o nome pplware), vai ao HUB e depois o HUB envia essa informação para todas as suas portas, excepto por aquela que recebeu. O PC (snake) vai responder a esse pedido já que a informação é para si, e todos os outros vão descartar essa informação. Quando a resposta ao pedido chega novamente ao HUB, ele vai fazer exactamente o mesmo (enviar por todas as portas, excepto por aquela que recebeu). Isto acontecerá sempre que haja uma transmissão entre duas máquinas.
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